Sarampo: casos confirmados

O Lacen –MG é o único laboratório público que realiza os exames de sarampo em Minas Gerais. Com o retorno da circulação do vírus do sarampo no Brasil, a SES-MG em colaboração com a Funed elaboraram um Plano de Contingência para executar, avaliar medidas de prevenção e de controle da doença.  Em Minas Gerais já foram confirmados três casos, sendo um importado.

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“Independente do nível de atenção em que estamos no Plano de Contingência, o nosso papel é monitorar, fazer o diagnóstico das amostras dos casos suspeitos para auxiliar o trabalho da vigilância epidemiológica para a conclusão dos casos” explicou a referência técnica no diagnóstico de sarampo, rubéola e vírus respiratórios, Ana Luísa Furtado Cury.  A investigação da vigilância epidemiológica somada ao resultado do exame laboratorial confirma se o caso é negativo ou positivo para a doença e se há algum tipo de vínculo entre as pessoas que adoeceram.

A vacina é a única forma de prevenir o sarampo, saiba como é o esquema vacinal:

Faixa-etária / número de doses esperadas por idade

12 meses: 1 dose

15 meses: 1 dose

2 a 29 anos: 2 doses

30 a 49 anos: pelo menos 1 dose

• Aos 12 meses de idade: a criança deverá receber a primeira dose da vacina tríplice viral.

• Aos 15 meses de idade: a criança deverá receber a segunda dose com a vacina tetraviral (contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a catapora/varicela) ou a vacina tríplice viral e a de varicela monovalente.

• De 02 a 29 anos: caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverão receber duas doses com intervalo de no mínimo 30 dias da primeira dose.

• De 30 a 49 anos: caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou tetraviral, deverá receber apenas uma dose.

• Profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas e outros), independente da idade, devem ter duas doses válidas da vacina tríplice viral documentadas.

• Profissionais de transporte (taxistas, motoristas de aplicativos, motoristas de vans e ônibus), profissionais do sexo devem manter o cartão de vacinação atualizado conforme os esquemas vacinais, garantindo a proteção individual e de seus familiares e assim contribuindo para manter o nosso território livre da circulação do sarampo.

Fonte:  Ministério da Saúde, 2017. Nota Informativa n⁰ 384, de 2016/CGPNI/DEVIT/SVS/MS

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Publicado em: 22 de maio de 2019 - 08:16