Serpentário

 

 

O serpentário da Funed é um espaço de assombro e deslumbramento. Aberto à visitação pública, ele oferece ao visitante uma visão única sobre esses animais que, ao longo da história, sempre causaram medo e fascínio. Além do espaço reservado para os pesquisadores visitantes e curiosos, a Fundação mantém também um criatório, para pesquisa e extração de veneno para produção de soro.

O serpentário pode ser visitado de terça a sexta, das 9h às 11h e das 13h às 15h.

 

Conheça alguns exemplares mantidos no criatório da Fundação:

A cascavel, conhecida por seu chocalho. Foto: Leo Noronha

Nome vulgar: Cascavel, boicininga, maracambóia.

Nome científico: Crotalus durissus

Tamanho: Em média 1,6 m.

Dentição: Solenóglifa

Alimentação: Pequenos mamíferos roedores, pequenos marsupiais

Reprodução: Vivípara

Hábito: Noturno

Habitat: Terrícola

Distribuição geográfica: Ocorrem em áreas abertas (campos, cerrados e caatinga) em todas regiões do Brasil com exceção do Acre.

Sintomas de envenenamento: Sem lesão evidente no local da picada, flacidez da musculatura facial, visão dupla e turva, mal-estar, náuseas, vômitos e sudorese, sonolência ou inquietação, dores musculares, urina escura, insuficiência renal aguda, alteração no tempo de coagulação.

Ação do veneno: neurotóxico, miotóxico e coagulante.

Tipo de soro: Anticrotálico (SAC) ou Antibotrópico-crotálico (SABC).

 

Algumas apresentam um desenho em forma de cruz na cabeça. Foto: Léo Noronha

Nome vulgar: urutu, urutu cruzeiro, cruzeirinha, cruzeira, jararaca-rabo-de-porco.

Nome científico: bothrops alternatus

Tamanho: em média entre 80 a 1,20m.

Dentição: solenóglifa.

Alimentação: preferencialmente de roedores.

Reprodução: vivípara, podendo parir até 28 filhotes.

Hábito: primariamente noturna, mas também pode apresentar atividade diurna.

Habitat: terrícola

Distribuição geográfica: Norte da Argentina, Uruguai, Paraguai, no Brasil é encontrada nas regiões sudeste, centro-oeste e sul.

Sintomas de envenenamento: dor no local da picada podendo ocorrer bolhas, sangramento no local da picada, inchaço. Sintomas podem evoluir para complicações como infecção e necrose na região da picada, hemorragia e insuficiência renal, podendo ocorrer manifestações hemorrágicas e alteração no tempo de coagulação.

Ação do veneno: proteolítica, coagulante e hemorrágica.

Tipo de soro: antibotrópico (SAB), Antibotrópico-crotálico (SABC) ou Antibotrópico-laquético (SABL).

 

É uma das serpentes mais agressivas do grupo da Jararaca. Fotos: Léo Noronha

Nome vulgar: Caiçaca

Nome científico: Bothrops moojeni

Tamanho: Em média 1,5 m.

Dentição: Solenóglifa

Alimentação: Roedores, anfíbios e lagartos.

Reprodução: Vivípara, parindo entre 3 a 32 filhotes.

Hábito: Primariamente noturna, mas podendo ser encontrada durante o dia em atividade.

Habitat: Terrícola

Distribuição geográfica: Áreas de cerrado das regiões Centro-Oeste e Sudeste, também estando presente no Nordeste e no Sul, na porção Noroeste do Paraná.

Sintomas de envenenamento: Dor no local da picada, podendo ocorrer bolhas, sangramento no local e inchaço. É possível evoluir para complicações como infecção e necrose na região da picada, hemorragia e insuficiência renal, além de manifestações hemorrágicas e alteração no tempo de coagulação.

Ação do veneno: proteolítica, coagulante e hemorrágica.

Tipo de soro: Antibotrópico (SAB), Antibotrópico-crotálico (SABC) ou Antibotrópico-laquético (SABL).

 

Possui manchas de formas triangulares de tom marrom escuro. Foto: Léo Noronha

Nome vulgar: Jararacuçu

Nome científico: Bothrops jararacussu

Tamanho: Em média 1,5 m, podendo atingir até 2,20m.

Dentição: Solenóglifa

Alimentação: Pequenos mamíferos e anfíbios.

Reprodução: Vivípara, parindo em média 13 a 37 filhotes.

Hábito: Noturno e diurno

Habitat: Terrícola

Distribuição geográfica: Do sul da Bahia até o Rio Grande do Sul.

Sintomas de envenenamento: Dor no local da picada podendo ocorrer bolhas, sangramento no local da picada e inchaço. Sintomas podem evoluir para complicações como infecção e necrose na região da picada, hemorragia e insuficiência renal, com possibilidade de ocorrer manifestações hemorrágicas e alteração no tempo de coagulação.

Ação do veneno: proteolítica, coagulante e hemorrágica.

Tipo de soro: Antibotrópico (SAB), Antibotrópico- crotálico (SABC) ou Antibotrópico-laquético (SABL).

 

Também é conhecida como Jararaca do Rabo Branco. Foto: Léo Noronha

Nome vulgar: Jararaca pintada, jararaca do rabo branco

Nome científico: Bothrops neuwiedi

Tamanho: Em média 0,80 m.

Dentição: Solenóglifa

Alimentação: Roedores

Reprodução: Vivípara

Hábito: Noturno

Habitat: Terrícola

Distribuição geográfica: Ocorre na Bahia, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Paraná.

Sintomas de envenenamento: Dor no local da picada, podendo ocorrer bolhas, sangramento no local e inchaço. Sintomas podem evoluir para complicações como infecção e necrose na região da picada, hemorragia e insuficiência renal. Há possibilidade de ocorrer manifestações hemorrágicas, alteração no tempo de coagulação. Ação do veneno: proteolítica, coagulante e hemorrágica.

Tipo de soro: Antibotrópico (SAB), Antibotrópico-crotálico (SABC) ou Antibotrópico-laquético (SABL).

 

É a serpente peçonhenta mais comum da Mata Atlântica do Nordeste. Foto: Léo Noronha

Nome vulgar: Jararaca, malha de sapo, quatro-ventas.

Nome científico: Bothrops jararaca

Tamanho: Em média 1,20 m, podendo chegar até 1,60m.

Dentição: Solenóglifa.

Alimentação: Adultos se alimentam principalmente de roedores, filhotes já foram observados alimentando-se de anfíbios, pássaros e lagartixas.

Reprodução: Vivípara parindo de 3 a 34 filhotes.

Hábito: crepuscular e noturno.

Habitat: Terrícola e arborícola

Distribuição geográfica: Do sul da Bahia até o Rio Grande do Sul.

Sintomas de envenenamento: Dor no local da picada podendo ocorrer bolhas, sangramento no local da picada, inchaço. Sintomas podem evoluir para complicações como infecção e necrose na região da picada, hemorragia e insuficiência renal, com possibilidade de ocorrência de manifestações hemorrágicas e alteração no tempo de coagulação.

Ação do veneno: proteolítica, coagulante e hemorrágica.

Tipo de soro: Antibotrópico (SAB), Antibotrópico-crotálico (SABC) ou Antibotrópico-laquético (SABL).

 

 

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