Soro antirrábico

 

AMPOLA GRAVADA DE 5 mL

A Fundação Ezequiel Dias – Funed, Laboratório Oficial de Minas Gerais, através da Diretoria Industrial, mantém a exclusividade na produção de soros antipeçonhentos, antitóxicos e antivirais, que são disponibilizados nos hospitais públicos de todo o país para tratamento de picada de animais peçonhentos.

No Brasil, os acidentes rábicos são considerados uma condição de notifica­ção compulsória e a produção e distribuição dos soros heterólogos hiperimunes é responsabi­lidade do sistema público de saúde, sob a gestão do Programa Nacional de Imunização (PNI) e regulamentação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O soro antirrábico, heterólogo e hiperimune, é indicado principalmente em casos de ferimentos graves provocados pela mordedura de animal suspeito.

A gravidade potencial da lesão está condicionada à riqueza de terminações nervosas existentes na região da mordedura ou outro tipo de contato (lambedura). São consideradas lesões graves as mordeduras na face, na cabeça, nas mãos, nos pés, em ferimentos múltiplos ou extensos, em ferimentos profundos e lambedura de mucosas. Nestas circunstâncias, a administração do soro antirrábico, heterólogo e hiperimune, dilata o período de incubação da doença, proporcionando um tempo mais longo para a instalação de imunidade ativa induzida pela vacina que deve ser aplicada concomitantemente.

EVENTOS ADVERSOS

Durante a administração do soro, podem ser observadas reações do tipo alérgica, de graus va­riáveis. As mais frequentemente observadas são: prurido/rubor cutâneo, urticária, tosse seca/rouquidão, náuseas/vômito, crise asmatiforme. As reações graves, como o choque anafilático e a doença do soro são pouco frequentes. A maior preocupação do profissional de saúde deve recair sobre as reações imediatas de hipersensibilidade (até duas horas), em razão da potencial gravidade.

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